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Press Release
Grupo Voluntários da Esperança
Se você associa automaticamente a palavra doença a sentimentos como dor e solidão, é porque ainda não teve a oportunidade de conhecer o Grupo Voluntários da Esperança, da Ala Joana de Gusmão.
Com doses extras de carinho, dedicação e muito bom humor, cerca de 80 pessoas, dividem-se em grupos, para transformar momentos difíceis, em horas de grande aprendizado no Hospital de Caridade.
Com sede instalada em um prédio localizado na área do próprio Hospital, a ação voluntária tem a coordenação da dona de casa Helena Berreta, que junto ao seu “grupo do bem” passa as tardes visitando doentes instalados nas mais diversas dependências da Entidade.
Um dos momentos mais dramáticos vivenciados pelo grupo, foi em 1994, quando no incêndio ocorrido no Hospital, todo o trabalho realizado (divisórias e outros utensílios conseguidos pela equipe) foram totalmente destruídos pelo fogo: “Apesar da dor, jamais pensei em desistir. Senti que daquele momento em diante nossa equipe enfrentaria uma nova etapa”, declara Helena, que a partir daquele dia, não mediu forças para dedicar-se a procura de um novo espaço para abrigar a sede.
E não foi preciso muito tempo para que a equipe já tivesse seu lugar. Oito meses depois do ocorrido, o prédio já havia sido escolhido, e após muito esforço, reformado: “Foi com a ajuda de empresas e anônimos, que cada canto do prédio foi sendo mobiliado e reformado da melhor maneira possível”, esclarece.
Com o prédio a disposição, hoje a Ala Joana de Gusmão, tem como seu principal objetivo tentar acolher os necessitados que estejam em processo de tratamento e não sejam da Capital: “Hoje, na Joana de Gusmão, o HC mantêm 44 leitos, distribuídos entre as alas feminina e masculina, que acolhem pessoas humildes que não tem onde ficar durante o processo de radioterapia, por exemplo”. Durante a internação, a pessoa recebe tratamento especializado, mas o diferencial fica na parceria que é desenvolvida junto ao atendimento hospitalar, onde é prestado um trabalho social: “Realizamos palestras, cafés coloniais, jogamos bingo, enfim, tudo que faça os dias de tratamento passarem da maneira mais rápida e alegre possível”, explica a coordenadora.
Um fator interessante a ser acrescentado é a presença de 10 homens em meio as 70 mulheres da equipe. Com perfis dos mais variados (viúvos, casados ou separados) e de diversas idades, eles diferenciam-se em uma atividade onde mais da maioria é o público feminino.
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